Metas Agressivas Para 2026: Como Reduzir Custos Operacionais em Processos de Crédito e Pagamento com Automação Inteligente
Neste ano de 2026, instituições financeiras, fintechs e empresas reguladas enfrentam um cenário cada vez mais desafiador: crescer com margens pressionadas, custos operacionais elevados e exigências regulatórias em constante evolução. Nesse contexto, metas agressivas deixam de ser apenas um plano de crescimento e passam a exigir uma revisão profunda da forma como decisões financeiras são tomadas, executadas e governadas.
Reduzir custos em crédito, pagamentos e operações financeiras já não é apenas uma questão de eficiência operacional. Trata-se de governança financeira, governança de dados e governança de decisões automatizadas, pilares essenciais para escalar com segurança, atender reguladores e preservar a confiança do mercado.
O verdadeiro gargalo: decisões financeiras caras, lentas e pouco governadas

Grande parte do custo operacional no setor financeiro não está apenas em pessoas ou sistemas isolados, mas na fragmentação das decisões. Aprovações de crédito manuais, regras de pricing pouco rastreáveis, onboarding complexo e fluxos de pagamento com baixa automação criam um ambiente onde:
- Decisões são difíceis de auditar
- Regras mudam sem versionamento claro
- A conformidade regulatória depende de controles reativos
- O custo por transação cresce à medida que o volume aumenta
Esse modelo é incompatível com metas agressivas. Escalar nesse formato significa escalar risco, retrabalho e exposição regulatória.
Automação inteligente não é ferramenta — é infraestrutura crítica de decisão
Para reduzir custos de forma estrutural, o setor financeiro precisa avançar de “softwares isolados” para uma infraestrutura de decisão financeira. Isso envolve a implementação de um motor de decisão financeiro governado, capaz de orquestrar regras, dados e modelos de forma auditável, rastreável e explicável.
Diferente de automações pontuais, uma infraestrutura de decisão permite:
- Automação de decisões financeiras com compliance
- Orquestração de decisões em crédito, pagamento e pricing
- Regras de decisão auditáveis e versionadas
- Governança de modelos de crédito e de pricing
- Redução do custo operacional sem perda de controle
Esse tipo de abordagem reposiciona a tecnologia como sistema crítico financeiro, e não como uma feature acessória.
Crédito: onde custos e riscos se multiplicam
Processos de crédito são, historicamente, um dos maiores centros de custo e risco das instituições financeiras. A ausência de uma esteira de decisão governada gera dependência excessiva de análises manuais, retrabalho e inconsistência nas políticas de concessão.
Ao adotar uma automação de decisões financeiras baseada em governança, é possível:
- Padronizar critérios de crédito com rastreabilidade
- Integrar dados financeiros consentidos via Open Finance
- Aplicar precificação baseada em risco de forma consistente
- Aumentar a eficiência sem ampliar exposição regulatória
O resultado é uma operação mais enxuta, com menor custo por decisão e maior capacidade de escalar crédito B2B e B2C com segurança.
Pagamentos: eficiência operacional começa na decisão
Nos pagamentos, o desafio vai além da execução da transação. Ele começa antes, na decisão sobre como, quando e por qual trilho o pagamento deve ocorrer. Sem governança, a automação de pagamentos pode gerar inconsistências contábeis, falhas de conciliação e dificuldades de auditoria.
Uma infraestrutura de decisão financeira bem estruturada permite:
- Orquestração inteligente de meios de pagamento
- Decisões automatizadas com compliance regulatório
- Redução de falhas operacionais e retrabalho
- Governança regulatória financeira aplicada desde a origem da decisão
Essa abordagem reduz custos operacionais ao mesmo tempo em que aumenta a confiabilidade do processo.
Onboarding financeiro governado: menos fricção, mais controle

O onboarding financeiro é outro ponto crítico de custo. Processos longos, pouco integrados e dependentes apenas de KYC tradicional não acompanham a complexidade atual do setor.
O avanço está no onboarding financeiro inteligente e governado, que combina:
- Onboarding regulado para o setor financeiro
- Integração com Open Finance e dados financeiros consentidos
- Validação financeira contínua
- Cadastro financeiro governado e auditável
Esse modelo reduz custos ao eliminar redundâncias, acelera o time-to-revenue e mantém a governança de dados financeiros alinhada às exigências regulatórias.
Pricing e margem: governança como proteção financeira
Em um cenário de competição intensa, proteger margens se torna tão estratégico quanto crescer. A ausência de governança de pricing leva a decisões inconsistentes, pouco explicáveis e difíceis de ajustar em escala.
Com um motor de pricing financeiro governado, é possível implementar:
- Precificação dinâmica governada
- Pricing orientado por dados financeiros
- Precificação baseada em risco com rastreabilidade
- Proteção de margem financeira mesmo em ambientes voláteis
Para CFOs e lideranças financeiras, isso representa controle estratégico sobre rentabilidade, não apenas automação operacional.
Open Finance Governado: de hype a infraestrutura de decisão
O Open Finance já não pode ser tratado como uma iniciativa isolada ou apenas regulatória. Ele se consolida como infraestrutura para decisões financeiras, especialmente quando combinado com governança e automação inteligente.
Quando bem estruturado, a infraestrutura Open Finance permite:
- Orquestração de dados financeiros consentidos
- Gestão de consentimento em Open Finance
- Uso de dados para decisões de crédito e pricing
- Redução de assimetrias de informação com compliance
Sem governança, porém, o Open Finance aumenta complexidade e risco. Com governança, ele se torna um ativo estratégico de redução de custo e aumento de eficiência.
Governança de IA e decisões automatizadas: escala com responsabilidade
À medida que modelos avançam, cresce a necessidade de governança de IA no setor financeiro. Automação sem explicabilidade gera riscos legais, reputacionais e regulatórios.
Uma abordagem madura inclui:
- Governança de agentes de IA
- Auditoria de decisões automatizadas
- Explainable AI financeira
- Responsabilidade algorítmica e compliance algorítmico
Esse nível de controle não desacelera a operação — ele viabiliza escala segura, essencial para cumprir metas agressivas sem comprometer a sustentabilidade do negócio.
Teros: automação inteligente com governança no centro

A Teros se posiciona como infraestrutura crítica de decisão para o setor financeiro, conectando automação, governança e dados financeiros em um único ecossistema. Mais do que executar processos, a plataforma atua na orquestração de decisões, garantindo rastreabilidade, versionamento e conformidade desde a origem.
Ao adotar uma abordagem baseada em governança financeira, governança de decisões automatizadas e governança regulatória, empresas conseguem reduzir custos operacionais, ganhar controle e escalar com confiança — exatamente o que metas agressivas para 2026 exigem.
Reduzir custos é decidir melhor
Em 2026, vencer não será apenas quem automatiza mais, mas quem decide melhor, com governança, controle e responsabilidade. Reduzir custos operacionais em crédito e pagamentos passa por transformar decisões em ativos estratégicos, sustentados por uma infraestrutura sólida e auditável.
Automação inteligente, quando bem governada, deixa de ser uma promessa tecnológica e se torna uma vantagem competitiva real. Quer saber mais? Entre em contato com a Teros!