o open finance

As peças estão sendo posicionadas no tabuleiro financeiro. Instituições participantes do open banking e do open insurance estão se preparando para a próxima partida: o open finance

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A proposta do Banco Central para 2021 foi implantar a infraestrutura que forma a base do ecossistema de open banking. Mas o objetivo desse processo, que continua em 2022, é o open finance

Do mesmo modo como não é a sorte que define o vencedor num jogo de tabuleiro, não tem milagre para sair na frente no open finance. É preciso investir em infraestrutura e definir a melhor estratégia para o seu negócio. Conhecer as fases do open banking estabelecidas pelo Banco Central, analisar os novos processos que já foram implementados e entender o novo comportamento de consumo que começa a se desenhar entre os usuários do sistema financeiro, ajuda as empresas a preparar sua infraestrutura de implantação. 

 

Como sua instituição pode se preparar agora para o novo sistema
e estar na linha de frente com os que colherão seus benefícios? 

 

A uma altura dessas todo mundo já entendeu que o Banco Central está implementado o open banking em fases. E essa implantação, feita de forma gradual, é que traz a possibilidade de aprendizado. 

 

Observando o que já passou, percebe-se que, no início, houve receio em acatar as medidas do Banco Central, porém enquanto algumas instituições encararam as medidas com desconfiança, outras saíram na frente e montaram uma verdadeira operação de guerra, reunindo a equipe para entender as regras do jogo, conseguir reunir todas as peças necessárias e posicioná-las dentro de uma estratégia. Estas instituições desbravadoras, saíram na frente porque já acumulam experiência, acertos e erros, que permitiram o avanço não só de cada uma delas, mas, de forma coletiva, de todo o novo sistema em andamento.

 

Teros foi uma das empresas que saiu na frente. Em 2020, quando já acumulava mais de 15 anos em experiência de inteligência e gestão de dados, resolveu acreditar e investir na revolução financeira que se formava. E desde então, vem aprimorando soluções tecnológicas e desenvolvendo estratégias para que mais participantes possam se juntar ao movimento que trará muitas oportunidades de bons negócios. 

 

Hoje, Teros oferece às instituições – que precisam ou querem se preparar para o open finance –  uma plataforma (PaaS) com arquitetura flexível, totalmente adequada às regulações do open banking e do open insurance. Graças à visão inovadora e colaborativa, Teros está pronta para entregar uma infraestrutura estável, competitiva e totalmente segura. 

 

Grande volume de dados e avanço dos meios de pagamento 

 

Vale lembrar que o volume de dados compartilhados está aumentando, pois a cada fase de implantação do open banking e do open insurance, novos dados são compartilhados e diferentes serviços financeiros e de seguros podem surgir. Segundo o próprio Banco Central e à Susep (Superintendência de Seguros Privados), sempre visando a transparência, a praticidade e a segurança dos dados do usuário.

 

O mercado tem agora condições de identificar o impacto e solucionar os problemas reais que se apresentam frente a uma mudança de comportamento financeiro tão complexa como pontua Juan Ferrés, sócio-fundador da Teros:

"Em relação ao usuário, grande parte dos problemas decorre do mau uso da ferramenta, por pessoas com pouca familiaridade, além de situações específicas do país, como, por exemplo, roubo ou furto do celular. O BC achou, a princípio, que isso, obviamente, é uma questão de segurança do país"

Juan Ferrés, sócio-fundador da Teros

Sua instituição pode participar do open finance?

 

Embora o open finance esteja “batendo na porta”, ainda há dúvidas sobre quem pode participar do open banking e do open insurance, as duas frentes em andamento e que se integrarão em 2022, dando início ao open finance. Somente as instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central podem participar do ecossistema do open banking. Assim como, para participar do open insurance, será obrigatório que a empresa interessada esteja regularizada quanto à SUSEP e cumpra as regras de participação do ecossistema, além de ter a infraestrutura tecnológica e jurídica necessária. 

 

Entre esse universo de instituições, no entanto, a regulamentação prevê participantes obrigatórios e voluntários, a depender do porte da instituição e do dado ou serviço que está sendo compartilhado. Os maiores bancos assim como as maiores seguradoras, por exemplo, são participantes obrigatórios do open banking e do open insurance para o compartilhamento de dados.

 

Competitividade e novos negócios em 2022

 

Voltando ao exemplo do PIX, mesmo com alguns ajustes necessários, o saldo é positivo: cada vez mais pessoas usam este meio de pagamento e, com isso, o comportamento do usuário em relação a segurança vai ganhando com a experiência. É certo que os benefícios trazidos pelo PIX são inegáveis, e que este se consolida como um meio ágil e seguro de pagamento.

 

Juan Ferrés, participa da matéria do Correio Braziliense que analisa o último ano do PIX, e concorda que o Pix foi uma solução que ajudou pessoas físicas e também o comércio, mas, em sua opinião, não vai substituir todos os meios de pagamento:

"Até porque o cartão de débito e o cartão de crédito também se reinventaram, de certa forma. Mas o Pix vai trazer muita concorrência"

De volta ao jogo, fica a pergunta: sua instituição estudou o jogo, está posicionada e tem uma estratégia para iniciar a partida iminente do open finance?

 

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