dados no open banking e solução de open banking

Por que é difícil gerenciar dados no open banking? Fundador da Teros explica a importância de uma solução de open banking que facilite a gestão de dados e gere valor para a empresa

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No open banking, fala-se muito sobre sobre a importância das APIs, mas de nada adianta conseguir acesso a uma montanha de dados de outras instituições se eles não forem devidamente armazenados, gerenciados e analisados, certo?! Por isso, neste artigo, publicado inicialmente no portal Mobile Time, o fundador da Teros, Juan Ferrés, explica em detalhes os desafios da gestão de dados no open banking. Confira!

Na prática

 

Cada instituição precisa armazenar os dados coletados de maneira organizada, sabendo exatamente o que pode fazer com cada um, de acordo com o consentimento concedido pelo usuário.

 

Além disso, é fundamental a análise automatizada dos dados, para gerar insights para diferentes áreas da empresa. A Teros também faz essa parte, aproveitando sua experiência de oito anos em análise de dados antes do open banking chegar ao Brasil.

 

“Transformamos dados em valor”, resume Ferrés. A Teros entrega painéis de análise de dados segmentados por cada área da empresa: jurídica, de negócios, de TI etc. “Filtramos os dados de acordo com a necessidade de cada área. Vale lembrar que open banking não vai ser gerido somente por TI, mas vai atender a diversas áreas de uma empresa”, comenta.

 

“As APIs são a parte fácil do open banking. A difícil é como gerenciar o consentimento e os dados coletados”. Ferrés lembra que é necessário atender também às regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) durante todo o fluxo do dado. “A gestão do dado é uma só, mesmo que ele passe por quatro APIs. Promovemos uma gestão nativa do dado, dentro das APIs, não importa quantas sejam”

Juan Ferrés, co-fundador da Teros

 

Arquitetura flexível

 

Diante da diversidade das empresas participantes do open banking, a Teros optou por desenvolver uma solução de open banking com arquitetura flexível, que se adapte às necessidades das empresas participantes, permitindo inclusive incorporar parte da estrutura existente aos módulos da solução Teros.

 

É preciso também um acompanhamento de ponta a ponta, para que além da infraestrutura digital, da adaptação dos processos ao novo sistema e da gestão dos dados transacionados, o cliente Teros consiga transformar estes fluxos de dados em aplicações que gerem valor para os negócios e permitam monetizar a operação de open banking, open payments, open insurance…

 

Impacto

 

Ferrés entende que um primeiro impacto imediato do open banking será um acirramento da competição entre instituições financeiras e uma disputa entre consolidadores de finanças pessoais, ferramenta que será oferecida pela maioria dos bancos.

 

Mas o executivo destaca que o open banking é apenas a ponta do iceberg de uma grande transformação na direção de uma estrutura de dados abertos que conectará diversos setores da economia e da sociedade. Depois do open banking virá o open finance, que, na sua concepção, consistirá na acessibilidade a dados financeiros por empresas de diferentes segmentos, como seguradoras, locadoras de imóveis, locadoras de veículos etc.

 

Todas poderão analisar e aceitar clientes mais rapidamente, além de criarem novos produtos mais flexíveis e personalizados, de acordo com os dados coletados de cada cliente.

 

 

Para saber mais sobre o open banking, leia nosso post: https://teros.com.br/br/open-banking-por-dentro-da-revolucao-do-mercado-financeiro/

 

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